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A PLV interior reúne o conjunto de suportes de comunicação visual concebidos para uso dentro de uma loja, de uma feira profissional, de uma receção de empresa ou de um showroom. Esta gama abrange tanto molduras de exposição e expositores como totens, roll-ups, bandeirolas de mesa ou stands modulares, com um objetivo comum: valorizar um produto, uma oferta ou uma identidade de marca o mais próximo possível do cliente. Dirige-se às cadeias de retalho que renovam regularmente o destaque de produto em PLV de loja, às empresas que expõem em feiras profissionais, bem como às redes multissite que precisam de harmonizar a sua comunicação visual em vários pontos de venda em simultâneo. Cada suporte responde a uma necessidade precisa, do simples porta-cartazes de balcão à estrutura de stand completa, o que permite compor uma sinalética coerente adaptada à área e ao orçamento de cada ponto de venda.
Na montra, as molduras de exposição e as molduras luminosas destacam as ofertas visíveis a partir da rua. Nas prateleiras, os expositores e os expositores de folhetos difundem a informação de produto o mais próximo possível do momento da compra. Na receção ou na caixa, os pequenos formatos como a bandeirola de mesa ou o atril assinalam uma promoção pontual sem ocupar espaço no chão. Esta segmentação por zona permite construir um percurso de cliente coerente, onde cada suporte intervém no momento certo da passagem pela loja.
As molduras clic-clac e as molduras de clipe, como os modelos de cantos arredondados ou acabamento em madeira, instalam-se de forma duradoura numa parede ou divisória para uma exibição cujo visual muda regularmente sem alterar a estrutura. Os stands modulares, como uma parede de fundo curva, oferecem pelo contrário uma instalação temporária pensada para feiras profissionais, com montagem e desmontagem rápidas entre dois eventos.
Toda a gama de PLV interior personaliza-se com as cores, o logótipo e os visuais de cada marca, o que permite manter uma identidade gráfica homogénea em todos os suportes de um mesmo ponto de venda. Para uma rede multissite, esta personalização facilita a implementação de uma mesma campanha em várias lojas com um resultado idêntico em todo o lado.
Um ponto de venda de pequena dimensão vai privilegiar formatos compactos como um expositor de balcão ou uma moldura A4, que garantem uma comunicação eficaz sem reduzir o espaço de circulação. Uma loja maior ou um stand de feira pode, pelo contrário, combinar vários suportes, molduras de parede, totens e expositores de pé, para estruturar um percurso visual completo desde a entrada até à prateleira.
Em locais públicos com grande fluxo de pessoas, como átrios de estação, centros comerciais ou repartições públicas, uma moldura de segurança para locais públicos evita tentativas de vandalismo ou de remoção do visual graças a um sistema de fecho reforçado. Este tipo de suporte é particularmente recomendado sempre que a exibição não esteja sob vigilância direta do pessoal.
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Investir em PLV interior torna-se pertinente assim que um ponto de venda procura aumentar a sua taxa de conversão sem repensar totalmente o seu layout: uma moldura luminosa na montra, um expositor bem colocado na prateleira ou um totem à entrada bastam muitas vezes para reorientar a atenção do cliente para uma oferta específica. A questão não é apenas saber que suporte escolher, mas em que momento do percurso do cliente deve intervir, e com que frequência de renovação do visual. Uma cadeia que muda as suas ações comerciais todos os meses não tem as mesmas necessidades de uma empresa que instala uma sinalética de receção destinada a durar vários anos: a primeira vai procurar estruturas em que apenas o visual se troca facilmente, a segunda vai investir em materiais mais qualitativos e num acabamento duradouro.
Para uma rede multissite, recorrer a um fabricante diretamente em vez de a um simples revendedor permite geralmente controlar melhor a coerência visual entre as lojas, sendo cada suporte produzido segundo as mesmas especificações técnicas de um site para outro. Esta abordagem facilita também a gestão de encomendas recorrentes, um ponto fundamental quando dezenas de pontos de venda têm de receber a mesma sinalética de forma coordenada entre si. A centralização das encomendas evita, além disso, as diferenças de qualidade ou de tom que por vezes surgem quando cada loja encomenda separadamente a fornecedores diferentes.
A logística multissite é frequentemente o ponto mais subestimado na implementação de PLV interior. Recomenda-se centralizar a encomenda junto de um único interlocutor que gere a distribuição para cada morada, em vez de multiplicar encomendas individuais por loja, o que complica o acompanhamento e aumenta o risco de erros de destino. É indispensável prever uma margem de tempo suficiente entre a validação dos visuais e o arranque da ação comercial, especialmente quando vários suportes diferentes têm de chegar ao mesmo tempo a cada local.
Para captar a atenção à distância, os formatos altos como os totens ou as molduras luminosas continuam a ser os mais eficazes, pois são visíveis logo à entrada da loja ou a partir do corredor de uma feira. Para informar sobre um produto específico no momento da decisão de compra, os expositores e expositores de folhetos posicionados diretamente na prateleira dão melhores resultados, por intervirem o mais perto possível do gesto de compra. Os pequenos formatos de balcão, como as bandeirolas de mesa, são mais indicados para anúncios pontuais ou promoções de curta duração, ao passo que uma moldura de parede fixa se justifica para uma sinalética permanente.
O custo de utilização real de uma PLV interior não se limita à compra inicial: é preciso ter em conta a frequência de renovação dos visuais, a resistência do material a manuseamentos repetidos e a facilidade de substituição de um elemento danificado sem ser preciso comprar toda a estrutura de novo. As estruturas modulares, em que apenas a capa ou o cartaz se troca, reduzem sensivelmente este custo de utilização em comparação com suportes impressos numa só peça que têm de ser totalmente substituídos a cada campanha.
O primeiro erro é escolher um suporte estandardizado sem ter em conta a área real do ponto de venda, o que resulta ou num suporte excessivamente volumoso num espaço pequeno, ou num suporte demasiado discreto numa loja grande. O segundo é negligenciar a coordenação entre os diferentes suportes de um mesmo ponto de venda, que devem formar um conjunto coerente em vez de uma acumulação de elementos díspares. Por fim, num projeto multissite, subestimar o tempo necessário para coordenar a logística entre a encomenda, a personalização e a distribuição por cada morada continua a ser uma das causas mais frequentes de atraso no arranque de uma ação comercial.
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