Investir em PLV interior torna-se pertinente assim que um ponto de venda procura aumentar a sua taxa de conversão sem repensar totalmente o seu layout: uma moldura luminosa na montra, um expositor bem colocado na prateleira ou um totem à entrada bastam muitas vezes para reorientar a atenção do cliente para uma oferta específica. A questão não é apenas saber que suporte escolher, mas em que momento do percurso do cliente deve intervir, e com que frequência de renovação do visual. Uma cadeia que muda as suas ações comerciais todos os meses não tem as mesmas necessidades de uma empresa que instala uma sinalética de receção destinada a durar vários anos: a primeira vai procurar estruturas em que apenas o visual se troca facilmente, a segunda vai investir em materiais mais qualitativos e num acabamento duradouro.
Comprar diretamente ao fabricante: que vantagem para uma rede de pontos de venda
Para uma rede multissite, recorrer a um fabricante diretamente em vez de a um simples revendedor permite geralmente controlar melhor a coerência visual entre as lojas, sendo cada suporte produzido segundo as mesmas especificações técnicas de um site para outro. Esta abordagem facilita também a gestão de encomendas recorrentes, um ponto fundamental quando dezenas de pontos de venda têm de receber a mesma sinalética de forma coordenada entre si. A centralização das encomendas evita, além disso, as diferenças de qualidade ou de tom que por vezes surgem quando cada loja encomenda separadamente a fornecedores diferentes.
Coordenar a distribuição de PLV por vários locais
A logística multissite é frequentemente o ponto mais subestimado na implementação de PLV interior. Recomenda-se centralizar a encomenda junto de um único interlocutor que gere a distribuição para cada morada, em vez de multiplicar encomendas individuais por loja, o que complica o acompanhamento e aumenta o risco de erros de destino. É indispensável prever uma margem de tempo suficiente entre a validação dos visuais e o arranque da ação comercial, especialmente quando vários suportes diferentes têm de chegar ao mesmo tempo a cada local.
Que suporte para que objetivo comercial
Para captar a atenção à distância, os formatos altos como os totens ou as molduras luminosas continuam a ser os mais eficazes, pois são visíveis logo à entrada da loja ou a partir do corredor de uma feira. Para informar sobre um produto específico no momento da decisão de compra, os expositores e expositores de folhetos posicionados diretamente na prateleira dão melhores resultados, por intervirem o mais perto possível do gesto de compra. Os pequenos formatos de balcão, como as bandeirolas de mesa, são mais indicados para anúncios pontuais ou promoções de curta duração, ao passo que uma moldura de parede fixa se justifica para uma sinalética permanente.
Controlar o custo de utilização ao longo do tempo
O custo de utilização real de uma PLV interior não se limita à compra inicial: é preciso ter em conta a frequência de renovação dos visuais, a resistência do material a manuseamentos repetidos e a facilidade de substituição de um elemento danificado sem ser preciso comprar toda a estrutura de novo. As estruturas modulares, em que apenas a capa ou o cartaz se troca, reduzem sensivelmente este custo de utilização em comparação com suportes impressos numa só peça que têm de ser totalmente substituídos a cada campanha.
Erros comuns a evitar
O primeiro erro é escolher um suporte estandardizado sem ter em conta a área real do ponto de venda, o que resulta ou num suporte excessivamente volumoso num espaço pequeno, ou num suporte demasiado discreto numa loja grande. O segundo é negligenciar a coordenação entre os diferentes suportes de um mesmo ponto de venda, que devem formar um conjunto coerente em vez de uma acumulação de elementos díspares. Por fim, num projeto multissite, subestimar o tempo necessário para coordenar a logística entre a encomenda, a personalização e a distribuição por cada morada continua a ser uma das causas mais frequentes de atraso no arranque de uma ação comercial.